Ele me seguiu até a mesa, comemos sanduíches e depois servi
minha especialidade, torta de abóbora – tá, foi a primeira vez que eu fiz, mas ficou
gostosa – a conversa fluía bem, ele é uma pessoa bem simpática rimos bastante.
Peguei
a minha única garrafa de vinho, levei para a sala, servi uma taça para cada e
sentamos no sofá. O assunto continuou descontraído até de repente eu me vi
flertando com o Fred. Não estou importando se ele é ou não um galinha, apenas
sei o que eu estou sentindo no momento que é uma enorme atração por ele.
Sem pensar duas vezes pulei em seu colo e o beijei, foi ai
que notei como eu estava me sentindo carente. A coisa foi esquentando e minha
casa é muito pequena com apenas um quarto em que o Gustavo estava dormindo. Lá
não, de forma alguma então nos restava apenas o tapete da sala, e foi pra lá
que eu o puxei.
Quando voltei a me vestir ele se aproximou novamente.
- Melhor colocar logo sua roupa e ir embora, logo o meu
filho acorda e quero você longe daqui quando isso acontecer.
- Se quer assim, tudo bem, nos vemos amanhã então?
- Claro, afinal trabalhamos juntos. – E meu telefone começou
a tocar – Era o Henry.
- Oi Henry, tudo bem?
- Oi Jully, só queria saber como o Gustavo está.
- Poderia ter vindo fazer uma visita, disse que poderia vir
quando sentisse saudades.
- Hoje eu não posso, vou ter que dormir no hospital
novamente a vovó está internada, e sabe, ela só tem a mim... Fala pra ele que o
papai mandou um beijo, tá? Desculpa não poder falar mais, estou de plantão.
Beijos
- Espero que fique tudo bem com a sua avó Henry, darei o
recado. – Desliguei o telefone – Então estava explicado porque ele ainda não
tinha aparecido.





Jully é das minhas, sentiu vontade, vai em frente sem pestanejar!
ResponderExcluirPelo menos o sumiço do cara tem o trabalho como explicação. Vida de médico não é fácil.
Ela é livre e faz o que tem vontade, tenta não se apegar a ninguém ;P
ResponderExcluirÉ o Henry tem um trabalho complicado...