sexta-feira, 8 de novembro de 2013

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Ele me seguiu até a mesa, comemos sanduíches e depois servi minha especialidade, torta de abóbora – tá, foi a primeira vez que eu fiz, mas ficou gostosa – a conversa fluía bem, ele é uma pessoa bem simpática rimos bastante. 



Peguei a minha única garrafa de vinho, levei para a sala, servi uma taça para cada e sentamos no sofá. O assunto continuou descontraído até de repente eu me vi flertando com o Fred. Não estou importando se ele é ou não um galinha, apenas sei o que eu estou sentindo no momento que é uma enorme atração por ele.


Sem pensar duas vezes pulei em seu colo e o beijei, foi ai que notei como eu estava me sentindo carente. A coisa foi esquentando e minha casa é muito pequena com apenas um quarto em que o Gustavo estava dormindo. Lá não, de forma alguma então nos restava apenas o tapete da sala, e foi pra lá que eu o puxei.



Quando voltei a me vestir ele se aproximou novamente.
- Melhor colocar logo sua roupa e ir embora, logo o meu filho acorda e quero você longe daqui quando isso acontecer.
- Se quer assim, tudo bem, nos vemos amanhã então?
- Claro, afinal trabalhamos juntos. – E meu telefone começou a tocar – Era o Henry.



- Oi Henry, tudo bem?
- Oi Jully, só queria saber como o Gustavo está.
- Poderia ter vindo fazer uma visita, disse que poderia vir quando sentisse saudades.
- Hoje eu não posso, vou ter que dormir no hospital novamente a vovó está internada, e sabe, ela só tem a mim... Fala pra ele que o papai mandou um beijo, tá? Desculpa não poder falar mais, estou de plantão. Beijos
- Espero que fique tudo bem com a sua avó Henry, darei o recado. – Desliguei o telefone – Então estava explicado porque ele ainda não tinha aparecido.